27/02/2012

Um pãozinho, um biscoitinho… será que não estamos exagerando nesses lanchinhos?

Já viu bebê comportado em restaurante? Se a resposta foi sim, provavelmente o bebê em questão estava mamando, dormindo ou comendo um pedaço de pão. Acertei?

Quando o bebê já está habituado a comer, já experimentou vários tipos de comida e segura bem os alimentos,não há problema algum em oferecer de vez em quando biscoito ou pão. E se não for para alimentar e sim para entreter? Bem, eu uso também esse recurso do biscoitinho para distrair meus bebês. Sempre levo um recipiente com alguns “petiscos” na bolsa para os momentos de inquietação no carro, na sala de espera do pediatra ou mesmo em restaurantes e passeios. Mas tem que ter limite!

As minhas ajudantes são superbacanas e têm inúmeras qualidades, mas ainda não consegui fazer com que entendam que o bebê não precisa (E NÃO DEVE!!) comer o tempo inteiro. Tomou o leite da manhã? Tem que esperar 2 h para vir a fruta. Já lanchou? Então que venha o almoço! 16h? iogurte e fruta. Depois jantar. E ponto. Ana e Davi (14 meses) fazem 5 refeições, às vezes 6 (quando tomam leite antes de dormir), não é preciso mais.


Minha sapeca Lara no café da manhã.
 Irmaozinhos atrás, comendo também
A educação alimentar da criança começa desde os primeiros meses de vida. E nós, adultos, sempre estamos em tempo de recomeçar. Ter hora para as refeições e escolher bem o que comer deve ser a regra seja para os bebês, seja para os papais.



Se você está pensando “pôxa, que mal faz um biscoitinho de vez em quando?”, eu respondo: de vez em quando, não há mal algum. O problema é oferecer lanchinhos o tempo inteiro, sem a menor necessidade. A criança está bem alimentada e brincando no chão? Então, qual a necessidade de pôr na mão dela um pedaço de pão?

é preciso segurar direitinho para a pêra não
 escorregar pelos dedinhos

Eu e Cristiano gostamos de ter a turminha reunida à mesa na hora das refeições. Nem sempre é possível, até porque logo Ana e Davi querem sair do cadeirão. No café da manhã, eles nos acompanham tomando o leite e um paõzinho (devo confessar que é uma das coisas que mais gosto de comer). No almoço, como terminam de comer antes da gente, costumo dar algum complemento para se distraírem. Como em geral já estão sujos da comida anterior, aí aproveito para aumentar a lambança deixando que comam com as próprias mãozinhas pedaços de frutas ou de vegetais. Eles ganham sabores e nutrientes e nós, preciosos minutos para terminar a refeição.

Davi, aos 9 meses.
Coçando a gengiva com um pedaço
de cenoura geladinha.


22/02/2012

Família é tudo!


Larinha com os bisavôs
 
Quem acompanha o blog há algum tempo, já conhece bem o quarteto Lara, Lucas, Ana e Davi e um pouco de Cristiano, o pai da turminha. Um casal com 4 filhos, sem dúvidas, se encontra na categoria “grande família”, ainda mais nos dias de hoje. Mas sabe o que é curioso? Quando penso em família, não penso somente em mim, Cris e nossos 4 filhos. E nem somente em nossos pais e irmãos, mas sim em todos os meus familiares do Maranhão. É que somos tão próximos (apesar de tão distantes fisicamente) que considero minhas tias como segundas mães e, meus primos, como irmãos também. Isso sim é uma GRANDE FAMÍLIA!


Alguns fatores podem explicar o porquê de todo esse grude. Tem o fato de sermos nordestinos, meus tios têm idades próximas, todos casaram e tiveram filhos e, à exceção de minha mãe, a família inteira continua morando em São Luís. Tudo isso facilita o contato e a amizade, mas nada, em minha opinião, foi mais importante que o exemplo dos patriarcas da família Furtado, meus avôs Eugênio e Teresa.

Apesar de ter vivido quase toda a vida em Brasília, era em São Luís que estava meu coração. Lá eu passei todas as minhas férias, foi lá que me batizei, casei e espero sempre voltar. As minhas melhores recordações da infância certamente passam pelas areias do Calhau e os fins de tarde na casa de meus avôs, onde a “primaiada” sempre se reúne.
Os encontros com o bisa foram poucos, mas as histórias dele,
Lara e os irmãos ouvirão por toda a vida

Há 4 anos sofremos um duro golpe, a perda de nosso amado avô. Eu sei que não temos do que nos queixar. Foram 8 décadas de vida, muitos filhos, e todo um exemplo para nós, os descendentes. Esse ano a data de falecimento foi lembrada de forma diferente. Minha prima Fernanda convocou uma reunião e pediu que todos contassem as suas lembranças com vovô. Infelizmente eu não participei da reunião, mas meu coração se encheu de saudades e lindas imagens dos muitos momentos de carinho, partilha e convivência. Soube que a reunião foi ótima. Teve muita risada, muitas histórias engraçadas e, claro, muito choro de saudade. Os bisnetos que pouco conviveram com ele devem ter gostado de ouvir tanta coisa bonita. Nossa amada avó, que segue sua vida bem mais triste depois de ter ficado órfã do companheiro de toda a vida, também deve ter ficado feliz com a homenagem.

Minha vó (no cantinho) já não sorri tanto, mas a sua casa continua
cheia de flores, de crianças e de momentos felizes

Resolvi contar tudo isso aqui no blog porque eu adorei a ideia da minha prima. Cada família tem sua maneira particular de lembrar as datas de aniversário dos antepassados. Muitos se reúnem em uma Missa ou outro culto religioso. Daqui para frente, nessas datas, eu irei à Igreja sim, mas também contarei aos meus filhos quem foi e que legado deixou a pessoa por quem a mamãe sente tanta saudade.

20/02/2012

Alô, alô empreendedor. Criança em restaurante

Comentamos em um post passado sobre a falta de estrutura da maioria dos restaurantes para receber as crianças. Se não há uma brinquedoteca ou área reservada para os pequenos, o jeito é puxar bastante assunto, levar brinquedos para distraí-los ou/e inventar jogos na mesa (tipo: quem sabe nome de animal que começa com a letra A?; quantas mesas tem no restaurante? – se você quiser apelar, pode pedir para as crianças contarem o número de cadeiras rsrsrs-, etc.) . Hoje gostaria de falar sobre o cardápio infantil.

Bife à milanesa, peito de frango grelhado, batata frita.... você já leu isso em algum cardápio? Eu sim, em quase todos os restaurantes que oferecem menu infantil. Eu reconheço que o estabelecimento tem que oferecer o que os clientes procuram e, infelizmente, peixe, salada ou legumes no vapor não estão entre as opções mais procuradas. Nem vou aqui tentar sensibilizar os donos de restaurante a ousar; ou seja, a oferecer opções diferentes, tipo uma miniatura do prato do adulto (não seria o máximo pedir para nosso filho um mini-risoto de tomate seco ou um mini prato de frutos do mar?). A minha sugestão é mais elementar: decoração dos pratos infantis com os próprios alimentos. Já falamos sobre isso no post sobre apetite das crianças. Não acho que os pais precisem inventar mil recursos para os filhos comerem, mas um prato bonito ( e de preferência saudável) dá um sabor especial à ida ao restaurante, concordam?

Os exemplos abaixo eu tirei do blog nutricionistainfantil.blogspot.com, da nutricionista Karine Durões. Ela conheceu o MENU DO BEBÊ pelo facebook e eu gostei muito do blog dela. Vale a pena visitar, muitas dicas excelentes.


Lindinho e fácil de fazer: macarrão, cenoura, brócolis, couve flor,
hambúrger
Cenoura em palito no lugar da batata frita não é uma boa
ideia?
Eu amei esse palhaçinho! Carinha de escondidinho (carne ou
frango desfiados com purê de batata ou mandioca), nariz e boca de tomate,
olhos de ervilha, gravata de brócolis, cabelo de cenoura ralada.
Hum, eu quero esse prato também!



18/02/2012


Ana e Davi - 14 meses
Se uma mulher quer saber, na teoria, como se preparar para ser mãe, não terá problemas em encontrar bibliografia. Há uma oferta grande de revistas, livros e sites sobre maternidade. A futura mamãe pode saber desde que órgão de seu bebê está sendo formado em cada semana até como lidar com as birras dos filhos que já saíram da barriga há bastante tempo. Eu me abasteci de muita teoria principalmente na gravidez de minha primeira filha; no entanto, a troca de informações com outras amigas mamães foi e continua sendo a minha melhor fonte de dicas e ideias práticas para lidar com os bebês e os mais grandinhos.

Mais uma vez falando de minha primeira gravidez, eu tive a sorte de ter por perto uma colega que apelidei de “minha guru”. A Roberta teve o primeiro filho, o Theo, meses antes de mim é foi o meu socorro para várias dúvidas pré e pós nascimento de Lara. Se eu tinha lido dois textos sobre algum assunto, ela provavelmente tinha lido uns 10 e o fato de ter um filho 3 meses mais velho, conferia a ela uma expertise adicional.

Toda essa apresentação foi para falar sobre uma dica que ela me deu, dessa vez para quando meu segundo filho, o Lucas, nasceu. Preocupada com o ciúme da primogênita, eu fiz o que geralmente se recomenda: conversar bastante antes da chegada do irmão, levar um presentinho para ela na maternidade, estar com as “mãos livres” quando ela ia nos visitar, deixar que ela tocasse o irmãozinho sem muita interferência, reservar um tempo exclusivo no dia para ficar com minha filhinha e por aí vai. Mas não era suficiente. Eu sentia um sentimento incômodo por não ter mais tanto tempo para me dedicar a Lara, parecia que ela estava sendo abandonada, por exemplo, enquanto eu amamentava e ela precisava brincar sozinha. O que a Roberta fez e me sugeriu foi usar o álbum de fotos do filho mais velho para mostrar que tudo o que ele vê a mãe fazer com o irmão, foi feito quando ele era bebê também. Adorei a ideia e adotei também.

Vivo mostrando a Lara e Lucas fotos e vídeos de quando eles eram bebês. Os dois morrem de rir quando se veem de fraldas, com chupeta, engantinhando. É um barato! Agora meu Davi ensaia os primeiros passos, a irmã gêmea engatinha por todo lado, estamos aqui em casa super encantados. Aí recorri ao baú digital para resgatar imagens da minha dupla mais velha fazendo o mesmo. Já vimos e revimos e adoro ver os olhinhos deles de espanto e felicidade. Quem não gosta de saber que é cuidado, amado? Se com a gente é assim, imagina com os nossos pequeninos? Ah! Lembra do passa passa de roupas, as brisas? Eu guardei muita coisa dos mais velhos porque queria ter um 3º filho. Como veio o 3º e 4º de uma vez e para nossa grande alegria foi mais um casal, foto com roupa repetida é o que mais temos. Aí vai uma amostra, no clima de carnaval.


 HÁ 2 ANOS...

2010 - Lara e Lucas

                                                         CARNAVAL 2012

 A baianinha virou princesa e Lucas, o menino-aranha. Os irmãozinhos gêmeos ficaram com as fantasias e caíram na folia.


Lucas com os amiguinhos Deco e Ignacio



Davi, o super baby
As irmãs foliãs

Larinha entre a priminha Malu e a piratinha Amanda

11/02/2012

SUCOS!

Algumas mães já comentaram comigo, preocupadas, que os filhos não gostam de suco. Sempre explico que o essencial não é o suco e sim as frutas. É delas que vêm as fibras, vitaminas e outros nutrientes essencias para o bom funcionamento de nosso organismo. O suco é só uma maneira prática de ingerir essas delícias da natureza.
O pediatra de uma colega é contra oferecer sucos para crianças menores de 2 anos. O argumento dele é que o suco é uma grande fonte de calorias, mas que não promove saciedade alguma a crianças e adultos. Assim, segundo ele, evitar o suco no início da vida seria uma forma de prevenir a obesidade infantil (que muito frequentemente continua na vida adulta). Eu não penso assim e, logo que os meus filhos saíram do aleitamento materno exclusivo, ofereci os sólidos e também um pouco de suco nos lanches e também após as refeições.

Tem que beber rapidinho para ficar com pelo menos
um golinho
Se você me perguntar se eu acho melhor a fruta ou o suco, eu fico com a primeira opção. Acho uma maravilha lavar uma maçã e comer; abrir uma melancia e dividir com a família inteira, cortar melão em fatias e servir geladinho como sobremesa, etc. O suco, porém, tem outras vantagens e concentra vários nutrientes em um copo só.
Luisa, filha da minha amiga Ni.
Não tem suco que seja mais gostoso que fruta tirada do pé

A anemia ferropriva é uma grande preocupação dos pais e uma maneira fácil de prevenir ou auxiliar no tratamento é, claro, ingerindo alimentos fonte de ferro, mas também adicionando alimentos fonte de vitamina C na mesma refeição. É que essa vitamina, que sempre associamos na prevenção de resfriados, também tem o importante papel de otimizar a absorção de ferro dos alimentos. Por isso, costumo dar suco de abacaxi, laranja ou acerola para as crianças após o almoço (outra solução é você pingar limão na comida ou oferecer uma fruta fonte de vitamina C como sobremesa).

Depois da água, o suco é a minha opção para hidratar as crianças nessas semanas de forte calor (bem, isso porque aqui não tem água de coco. Se houvesse, o suco seria a opção número 3). Como podemos fazer sucos com as frutas (polpas) congeladas, podemos beber, durante o ano inteiro, sucos de frutas fora se sua sazonalidade. Além disso, às vezes é a única maneira de fazer a criança (e muitos adultos também) consumir fruta.

Quanto aos sucos de caixinha, já falamos sobre os prós e contras no post sobre comidas industrializadas. Podemos sim usufruir dessa praticidade, mas sempre levando em consideração que o melhor é o suco feito (e ingerido!) na hora. Acontece bastante de crianças tomarem suco de laranja em caixinha, mas não tomarem o suco da mesma fruta feito em casa. Aí vem de novo a importância da VARIEDADE na alimentação. Cada vez que seu filho aprende a gostar de um alimento novo, abre-se um mundo de possibilidades. Ele gosta de suco de abacaxi? Que bom, mas ele não precisa beber a mesma coisa todos os dias. Vamos tentar oferecer também liquidificado com hortelã ou mesclado com outra fruta (com maçã fica uma delícia!) e por aí vai. Se possível, deixe o suco de caixinha para situações como merenda escolar, piquenique, etc. Em casa e sempre que der, tomem o suco feito na hora. Tem fruta madura demais ou quase estragando na geladeira? Misture essas “sobras” com outra fruta e faça um mix. Você vai ver que um pedaçinho de mamão ou umas 4 uvinhas que estavam quase sendo descartadas vão dar um sabor especial ao suco que você vai preparar.

Ok, os sucos são bons, mas consumir as frutas é melhor ainda. Já sabemos disso. E quando a criança não quer saber de comer fruta alguma? Isso é assunto para um próximo post! Escreverei em breve : )

08/02/2012

Queridos leitores,

Dificilmente eu perco o sono. O dia é tão corrido que, se me sobram 10 min para descansar, é capaz de eu chegar num sono profundo e despertar com a sensação que dormi por 1 hora.

Hoje, no entanto, a noite foi diferente. Os bebês choraram, Larinha gritou que tinha um pinguim embaixo da cama (detalhe: se fosse um elefante seria até mais provável que um pingüim no calor de mais de 40 graus que anda fazendo por aqui). Para “chamar o sono” resolvi ler um pouco, mas meu livro (aquele da aula de inglês) que deveria estar na cabeceira sumiu. Resolvi, então, esboçar as perguntas para a nossa próxima entrevistada do DBB, a Chris, que vai nos contar sobre a amamentação do Vitinho, seu lindo filhote que tem síndrome de Down.

Antes, no entanto, entrei nos meus emails e resolvi dar 1 alô para uma amiga superquerida e igualmente sumida, a Nanda gaúcha. É impossível atualizar anos de assuntos atrasados em algumas linhas, mas ela me contou de seu sobrinho e do blog que o irmão escreve. Mais um sobrinho? E eu nem sabia! Ela já é tia de 3 outros meninos, filhos da irmã Candice, com quem já troquei várias figurinhas sobre a deliciosa e louca vida de ter uma família numerosa. Fiquei surpresa de saber que o seu irmão, o Fabio, também virara papai. Eu tenho o péssimo hábito de achar que os irmãos caçulas de minhas amigas são eternos meninos (preciso dizer que penso o mesmo de meu irmão 4 anos mais novo que eu?) e, por isso, fico surpresa quando recebo a notícia que se formaram ou constituíram família.

4h da manhã, nada de vontade de dormir, vou entrar no blog do Fabio. Parei, li e não parei de me emocionar a cada post, a cada parágrafo. Fabio é pai do Antonio, um bebê de 1 ano que tem uma síndrome sem nome, caracterizada pela falta de uma parte do cromossomo 6, que afeta o desenvolvimento dele de uma forma geral. O que vi; ou melhor, o que li, é que o Antonio transformou os pais, os familiares, o mundo à sua volta. O menino Fabio virou um paizão e eu virei a sua fã! Aplausos para ele e principalmente para o Antonio que ontem soprou sua primeira velinha.




03/02/2012

Alô, alô, empreendedor!

Passei toda minha vida sem imaginar ter um negócio. Filha de funcionários públicos, era por aí que imaginava que a minha vida rumaria. Recentemente, no entanto, penso em algumas possibilidades de trabalho autônomo e tudo relacionado ao universo infantil. Tenho um projeto até bem encaminhado, depois conto aqui no blog, mas a ideia do post não é para falar de meus “negócios” e sim dar mais uma ideia para o leitor empreendedor: horário PAIS e FILHOS

Explico:

Os pais estão sempre correndo, concordam? Os que trabalham, é por causa do trabalho. Os que não trabalham (fora, eu quero dizer), passam o dia cuidando dos filhos e de um lado para outro buscando na escola ou em alguma atividade extra. Eu mesma vivo de lá pra cá com a minha galerinha mirim e, às vezes, me canso de estar sempre correndo ao mesmo tempo em que estou sempre sem tempo. Semana passada, no entanto, isso mudou um pouco. Lara e Lucas começaram uma atividade extracurricular em uma escola bilíngue aqui perto de casa com alguns coleguinhas. A mãe de um deles (a Bi!) sugeriu que o diretor montasse uma aula de conversação no mesmo horário para as mães, visto que havia professores de inglês disponíveis no local. Excelente ideia. A gente evita (pelo menos uma vez na semana ) o vai-volta e ainda faz algo bacana e , INCRÍVEL, para nós mesmas. Eu estava tão feliz em meu primeiro dia de aula que nem me importava se evoluiria ou não no inglês. Só de estar ali no ti-ti-ti com minhas amigas, já estava valendo


As crianças precisam de atividades esportivas, mas nós, os pais, também queremos nos divertiiiiiir



Enfim, tudo isso foi para dizer que oferecer alguma atividade para os pais enquanto os filhos estão no balé, judô, natação, futebol, etc. etc. etc (já viram que não faltam opções para os baixinhos? Quem sabe também não é hora de pensar nos muito mais grandinhos, os pais?) pode ser um projeto bem interessante, ainda mais se houver um bom desconto para o  "pacote família". Aqui no Paraguai, alguns clubes já fazem assim. O horário das aulas esportivas infantis coincide com as aulas dos adultos. Eu ainda não consegui fazer isso (um dia eu volto para o vôlei), mas me parece excelente. Se o espaço físico, por exemplo, do curso de inglês não comporta uma outra classe para os adultos, uma possibilidade é fazer parceria com os estabelecimentos próximos. Aí conto outro exemplo de uma amiga: ela me contou que faz yoga em um studio em frente ao ballet da filhinha e o horário da aula é propositalmente igual. As mães deixam as pequenas bailarinas com a professora, atravessam a rua e fazem elas também a sua atividade. Não é bem melhor e muito mais produtivo do que ficar indo e voltando para casa ou passar 1h sentada em um banco desconfortável?

Para finalizar, transcrevo um trecho do livro que a minha professora passou como exercício. Escreverei em inglês mesmo, ok? Assim divido com vocês essa mensagem bacana e também o meu dever-de-casa:

Whenever people ask me about having children or not having children, I never tell them what to do,” Morrie said, looking at a photo of his oldest son. “I simply say, `There is no experience like having children’. That’s all. There is no substitute for it. You cannot do it with a friend. You cannot do it with a lover. If you want the experience of having complete responsibility of another human being, and to learn how to love and bond in the deepest way, then you should have children”. “So would you do it again?” I asked. “Would I do it again?” he said to me, looking surprised. “Mitch, I would not have missed that experience for anything…”


You know what? Neither do I.